terça-feira, 30 de novembro de 2010

De repente 30

“Eu vejo o futuro repetir o passado. Eu vejo um museu de grandes novidades. O tempo não pára. Não pára, não, não pára.” - Cazuza

Nunca um número me chamou tanto atenção como os 30. Sim, eu me lembro dos 15, 18, 21, mas naquela época era outra proporção, algo descompromissado, livre, leve, viver sem saber o dia de amanhã e não me preocupar com isso.
Agora é fato que os 30 têm outra conotação. O corpo de longe lembra aquele da adolescência, e no meu caso eu devo dizer que na medida em que a idade avança melhoro um pouquinho. A cabeça foi o que mais mudou, me permito viver uma ‘metamorfose ambulante’, e acho que nada mais antiquado nos dias de hoje do que você manter a mesma idéia fixa de anos e anos. Por isso sempre que possível me permito mais de uma opinião sobre tudo, afinal nascemos, morremos e não aprendemos tudo o que a vida pode nos ensinar.
E então, vamos viver?


Um comentário:

  1. Amiga, cada dia + linda, por dentro e por fora. parabéns!!!

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